domingo, 7 de fevereiro de 2010

An evening with Valerie

Ás vezes, tudo some. Sumimos os outros, sumimos o céu, sumimos o chão, sumimos o conforto e o desconforto; sumimos nós. Horas em que tudo parece nada, e não há nada para ser tudo; há o imenso lote carregado de vazio. São horas tenebrosas, são horas do mal, mas, muitas vezes, também do bem. O bem que entra pelos nossos poros, os contaminam, adentram nossas veias e fazem-nas explodir, figuradamente, como balões que tentiavam uma escapada para o infinito, mas que tiveram seus sonhos impedidos pela impetulância repentina de um gesto. Para todos esses momentos, temos – e que bom! - as noites com Valerie.

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